quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Um plano para um C.A

Saudações a todos! Encontrei este pequeno texto no orkut, e achei bastante interessante... Infelizmente não sei quem escreveu, por isso vou postar sem crédito algum. Para quem não sabe, C.A. é abreviatura de Centro Acadêmico, uma associação que qualquer curso superior minimamente organizado possui, e que congrega estudantes além de ser mantida por eles. É como um grêmio estudantil, mas muito mais pedante, pelo fato de que sempre são dominados por inúmeras facções do movimento estudantil e por outros vagabundos quejandos; por esta razão, a maioria dos C.A.s acaba se tornando o clubinho particular destes elementos, ao invés de ser um espaço dos estudantes que representam.



No caso do campus guarulhense da Universidade Federal de São Paulo (onde todos sabem que eu estudo), o C.A. é o buraco onde os maconheiros, revolucionários e demais desocupados do campus e da região adjacente se reúnem. Ele possui um prédio próprio onde frequentemente se realizam festas (bem legais, por sinal; pena que por causa do meu trabalho eu não pude ficar em nenhuma das últimas que foram feitas!), que no frigir dos ovos é a única coisa realmente útil feita pelo C.A. Por esta razão, eu posto esta pequena sátira que segue, e que dá orientações de grande valia a qualquer juvenil que queira s infiltrar em tal organização:



É isso mesmo, amiguinho evangélico-comunista! Você que gosta do Che Guevara, que pensa que a solução dos problemas do país está em suas mãos! Que acredita em mudança social! E que, por isso, quer fazer parte do C.A., mas não sabe como! Siga estas dicas legalzonas e se torne líder desta entidade enfadonha e utópica:




1 - Escolha uma chapa: arrume amigos tão estupidos quanto você e distribua os cargos. Mas lembre-se de entregar a liderança para o mais homossexual do grupo (sem ofensas aos homossexuais);




2 - Decida o nome da chapa : pensa em um nome grande, sem ritmo e que não signifique nada, e batize a chapa! Trocadilhos são sempre boas opções! Os melhores nomes são aquelas que mais constragem as pessoas. Por exemplo: "Juntando os Cacos", "Tambores Dos Ventos Que Sopram", "As Mulas do Barrão";




3 - Prepare seu visual: para ser líder estudantil sua chapa tem que conter algumas figurinhas carimbadas da fauna universitária. E por isso você vai precisar de um revolucionário zapatista, uma sapatão, um hippie, um intelectualóide e um crente;




4 - Afie seu vocabulário, pois os debates serão fodas! Use chavões e e expressões batidas, como: "Tudo o que é sólido se desmancha no ar" , "O homem é o lobo do homem", "Deus está morto", "É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã", entre outras;




5 - Pratique seus repertório de violão: se você vier a ganhar, isso será conveniente e imprescindível para sua gestão dar certo! Procure clássicos dos Engenheiros, Legião e Raul Seixas, e tente acrescentar Catedral, Los Hermanos e Cazuza, que você vai parecer moderno e inovador;




6 - Depois é só esperar algum encontro de militantes e viajar com a galera para defender o ensino gratuito e de qualidade de seu curso em intermináveis debates sem qualquer fundamento...


Salve o colírio alucinógeno!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Genimar - Saravá seu Zé Pilintra - provavelmente década de 70 (repostagem)


01.Saravá seu Zé Pilintra; 02.Zé Pilintra chegou; 03.Galo Preto; 04.Moça da praça; 05.Girando na rua; 06.Treme Terra; 07.Atina atina; 08.Meu Pai Oxalá; 09.Ponto de São Jorge; 10.Pai Xangô; 11.Marinheiro eu sou; 12.Janaína; 13.Rompe Mato; 14.Sultão das Matas.




Este disco é mais um daqueles altamente recomendáveis: se você é do santo, gosta da música do santo ou simplesmente gosta de samba, o que é mais comum, por favor não morra sem ouvir este disco! Este disco, embora não seja tão conhecido, pode ser considerado não só um clássico da música sacra, mas também um clássico do samba nacional; nele, o que encontramos são sambas com a temática umbandista.




Como sabemos, o samba é, na música popular, a derivação mais óbvia e original da música dos terreiros; dizem que o primeiro samba gravado, "Pelo Telefone" foi feito na casa de Tia Ciata, afamada mãe-de-santo do seu tempo. Alias, pelo que nos diz um dos capítulos (se não me engano o sétimo) do livro "Macunaíma, o Herói Sem Nenhum Caráter", de Mário de Andrade, na casa de Tia Ciata o samba começava logo depois da macumba...




E, neste disco, encontramos não só o samba dialogando com suas origens, mas também uma senhora interpretação, pois essa tal Genimar é realmente uma belíssima cantora; sua voz casa muito bem com os instrumentos da banda que a acompanha (pena que no disco não há referência alguma aos músicos que dele participaram, nem a data da gravação; so há a referência aos compositores das faixas) e é bem apropriada e incisiva para calar fundo em nosso coração as coisas do universo dos terreiros. A percussão e as cordas que a acompanham não ficam atrás: o solo de cavaquinho que abre algumas faixas é genial...




Enfim, é um disco realmente inesquecível e indispensável não só para os amantes das coisas do santo, mas também para os amantes de boa música! quem quiser a versão integral desta obra é só falar comigo que eu indico um link onde ela está disponível.




E vamos ao colírio, amigos!




Para ouvir a faixa 02, "Zé Pilintra chegou", clique neste link:
http://www.esnips.com/doc/fcef608b-a0d7-4e19-966b-e5c45948a321/02-Zé-Pilintra-chegou

sábado, 10 de outubro de 2009

Abaixo à ditadura!... do politicamente correto...

Saudações a todos!

Uma coisa muito séria está acontecendo no Brasil e no mundo. Há um bando de pessoas que está querendo instalar uma ditadura baseada em seus absurdos furores a fim de governar nossas atitudes. E, o que é pior, estão fazendo isso de maneira silenciosa, sem que ninguém se aperceba. Pelo contrário, estamos até aplaudindo e achando bom que eles nos digam o que fazer (pois para que iremos pensar, se existem seres capacitados que nos poupam de tão extenuante tarefa, executando-a em nosso lugar?). E, quando notarmos que nós confiamos o nosso galinheiro a lobos com fome, será tarde demais, meus caros!







É uma inutilidade (talvez até mesmo uma imprudência) tentar descobrir onde eles estão, para que nós possamos evitá-los ou até mesmo combatê-los, pois eles já se infiltraram em todos os lugares possíveis: no orkut, nos blogs, nas universidades, nas ONGs, nos canais de televisão e até mesmo no governo. Pode-se dizer ainda que tentar combatê-los é como entrar dentro de um bueiro em uma noite de calor e tentar matar todas as baratas que você encontrar ali usando apenas um chinelo havaianas; antes das baratas serem fulminadas pelo seu chinelo, elas já geraram 31 baratas novas que, por sua vez, se multiplicarão na obscuridade até que no ansiado dia em que um ataque nuclear destruir a humanidade, elas possam finalmente tomar posse do mundo.







E, de fato, esta gente a que me refiro é tão perniciosa quanto este inseto que citei. Pois, sem que sequer notemos daonde surgem, eles conseguem nos roubar a pouca satisfação que temos em viver as nossas vidas, colocando angústia e inquietação em seu lugar. Não podemos mais contar certas piadas, ou chamar algum(a) homossexual de "bicha", "viado" ou até mesmo de "sapatão" ou de "bate-bolacha": isto é um crime cuja única solução possível é a pena capital! Se qualquer infeliz inadvertidamente, numa conversa informal com os amigos, falar "porra" ao invés de "esperma", que se lhe aplique uma multa de 100 salários mínimos!







Se alguém tiver a inaudita ousadia de dizer que as mulheres levam mais jeito e/ou têm mais disposição para as tarefas domésticas que os homens, que este hodiendo machista seja imediatamente empalado ao som do hino da Internacional Comunista! Se vamos toda semana à igreja, à mesquita, à sinagoga, ao terreiro de umbanda ou a qualquer templo religioso ao invés de nos filiarmos a um partido de esquerda ou a algum "movimento social" que tenham uma promessa de cura milagrosa para os males de nossa sociedade, cem golpes de chicote de couro cru ou vinte anos de prisão em um campo de trabalhos forçados jogam uma pá de cal em nosso "fanatismo"!







Se aqueles que passam por este blog têm mais argúcia do que eu, com certeza já se tocaram de quem eu estou falando: o bando dos "politicamente corretos", ou pra ser mais exato, aqueles que o blog "Paraíso dos Tolos" chama, com muito acerto, de "pocós". Como pelo menos em teoria vivemos num país onde (ainda!) podemos falar o que quisermos sem medo de que alguém nos leve à prisão ou mate toda nossa família na nossa frente antes de nos matar a golpes de martelo, eu iniciarei uma solitária campanha contra esses que foram rejeitados até pelo próprio diabo, que já não suportava mais esta enfadonha cantilena...







Mas, antes disso, vou pingar o colírio alucinógeno...









domingo, 27 de setembro de 2009

Onibeijada (Cosme, Damião e Doum) - década de 70


01. Ogum Beira-Mar; 02. Clareia Umbanda; 03. Doum, Cosme e Damião; 04. Beijada; 05. Mamãe me deu caruru; 06 .Mariazinha; 07. Estrela Dalva Clareou; 08. Saquinho de balas; 09. Filho de fé; 10. Ele vem do mar; 11. Catarina; 12. Ibeijada; 13. Ele é pequenininho; 14. Ibeijada já vai embora;




Saudações a todos! Hoje, no dia em que louvamos Cosme e Damião (e toda a sua sagrada falange), eu não poderia de deixar de apresentar aos que passam por este blog, que ousadamente mantenho no ar há quase dois meses, um dos mais singelos discos umbandistas. E que, como vocês já puderam notar, é interamente dedicado a linha de Cosme e Damião.


Cosme e Damião são dois santos da Igreja que foram sincretizados na tradição afro-brasileira com os Ibejis, que na mitologia dos orixás são irmãos gêmeos que se não me engano nasceram do conluio entre Ogum e Iansã (que segundo a tradição tiveram, se não me falha novamente a memória, 12 filhos). E Doum (que é na imagem a figura que aparece no meio de Cosme e Damião e que está em tamanho menor - vide a capa do disco) é o irmão que nasceu logo depois dos Ibejis, e que, segundo a mitologia, é o protetor das crianças com menos de sete anos de vida.


E, na Umbanda, eles são chefes de uma linha de espíritos, a linha dos erês, ou simplesmente a linha das crianças. Os erês ou crianças são, grosso modo, espíritos de pessoas que morreram ainda crianças, e que por isso conservam a alegria, a pureza e a irreverência típicas da infância.



O que se pode notar quando eles baixam nos terreiros: os médiuns que são incorporados por esses espíritos usam bonés, chuquinhas, chupetas e mamadeiras, se servem de uma linguagem do tipo conhecido como tatibitati (que é o jeito como as crianças que ainda estão aprendendo a falar falam), gostam muito de brincar com seus brinquedos e de comer os mais variados tipos de doces, e gostam mais ainda de traquinar: ontem mesmo tomei um banhozinho de guaraná dado por um dos erês que estava presente na festa de Cosme que foi feita ontem no terreiro que frequento...



Mas, debaixo de tudo isto, se esconde o poder de uma linha de trabalho de elevada consideração dentro da Umbanda (a maioria das teologias umbandistas coloca esta linha entre as três fundamentais - as duas outras são a dos caboclos e a dos pretos velhos). Dizem até que trabalho feito por um erê, nem exu consegue desfazer, somente o erê que fez o trabalho. Por isso, numa gira de crianças, doces e guaraná não podem faltar, pois ninguém quer se ver vitima da zanga de um erê, pois a mão que dá o pão também pode jogar a pedra, meus caros...



Antes que algum umbandista fique indignado com o que vai no final do último parágrafo que escrevi, vou lancar minhas conisderações sobre o disco; é uma das obras mais singelas e inocentes (no bom sentido) da música umbandista, o que me faz entender que os que dele participaram (um tal de Ogan Tomé, acompanhado do Coral Vozes de Bronze) captaram bem a essência de uma louvação às crianças: sao cantados pontos bem simples acompanhados por um atabaque (não tenho certeza), um violão, um surdo e um cavaquinho. O único porém é que as faixas ficam um pouco cansativas de ouvir, pois os pontos são curtos e por isso no espaço da faixa se repetem uma certa dezena de vezes. Mas ainda assim é uma obra que vale a pena de se escutar e se deixar levar por sua simplicidade...
Me dêem licença pra pingar o colírio alucinógemo porque amanhã a luta pelo pão, pela sobrevivência e pela glória recomeça...
Para ouvir a faixa 03, "Doum, Cosme e Damião", clique no seguinte link:





segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Viva o "copyleft"!

Saudações a todos! neste momento, eu estou escrevendo do campus guarulhense da Universidade Federal de São Paulo, onde estou cursando o sexto semestre da licenciatura em História. E, apesar do meu cansaço, eu ainda encontro ocasião para escrever algumas linhas...



Na última postagem, eu estava lamentando o fim do blog "Um Que Tenha", grande repositório da cultura musical brasileira. Pois bem, para a alegria dos amantes da boa música e também para os defensores do "copyleft", este blog voltou ao ar em um novo endereço (há um link na minha lista de blogs favoritos), mostrando que a a produção cultural humana não deve ser domínio ou propriedade de alguns burgueses satisfeitos, mas sim de todos os que quiserem beber de sua inesgotável fonte.



Notem bem que isto não é o mesmo que pirataria ou violação de direitos; se, por exemplo, eu pegar na internet a obra completa do Bezerra da Silva para que eu possa me deleitar com as músicas no recesso de meu lar ou as boto num cd e dou de presente a um amigo, isto é muito diferente de qualquer exploração comercial; eu não estou pegando as músicas pra ir vendê-las na rua ou estou dizendo que as músicas do Bezerra foram compostas por mim e por isso eu arranjo um meio de ganhar dinheiro explorando o talento e a fama do cara. Perceberam a diferença?



E uma das coisas que o "copyleft" prega é justamente isso: que a produção da humanidade deve ser colocada em benefício da mesma como um todo. O ser humano se distingue dos outros animais justamente pela sua capacidade de transformar a natureza para produzir coisas várias para seu benefício (não sou marxista, mas nessa tenho que dar a mão à palmatória àquele filósofo barbudo que de tanto ficar sentado só estudando e escrevendo ficou com escaras na bunda), mas de que valeria isso se tal capacidade ficasse restrita a apenas um indivíduo?



Não é errado que aqueles que produzem explorem os frutos de sua produção, mas mesmo assim, ela está sendo colocada em benefício do outro, e este direito, assim como~qualquer direito, não é eterno, vale apenas por algum tempo, ou pode perfeitamente ser modificado pelas circunstâncias... Por esta e por várias outras razões, damos um viva ao "copyleft", pois para que iremos gastar somas exorbitantes de dinheiro e/ou passarmos longas horas de nossas vidas em sebos se é (ou se for) possível com poucos cliques obtermos músicas ou livros e assim beber gratuitamente de suas fontes?

domingo, 30 de agosto de 2009

Roberto Silva - Descendo o Morro (nº4) - 1961




01. Mãe solteira; 02. Crioulo sambista; 03. Notícia; 04. Não faço esse papel; 05. O jornal da morte; 06. Preguiça; 07. O mérito do perdão; 08. Perdi você; 09. Sombra do passado; 10. Adeus, amor!; 11. Nossa vida; 12. Degraus da vida.




Saudações a todos! Depois de ter passado a semana inteira me lascando no trabalho e na faculdade, eu volto a postar mais uma pérola musical de um grande intérprete de sambas: Roberto Silva.




Apesar de a carreira dele ter começado na década de 40, ele ainda está vivo e atuante com 80 e poucos anos de idade. Foi e ainda é um senhor interprete de sambas, principalmente os dos antigos compositores dos morros cariocas ( Nelson Cavaquinho, por exemplo; não é à toa o título do disco da postagem) E, entre os vinte discos (não contando os 78 rpm) que lançou e/ou participou ao longo de sua carreira, está uma famosa tetralogia lançada entre 1958 e 1961, "Descendo o Morro", da qual eu comento o último disco. Por quê? Oras, porque dos quatro discos desta série, o último é disparado o mais bem acabado e o mais... ora, como direi?... bonito da tetralogia.



Ouvindo este disco, se percebe que não é a toa que Roberto Silva ganhou o apelido de "Príncipe do Samba", talvez só porque se fosse chamado de rei, muita gente invejosa começaria a chiar...Ou talvez porque Roberto Silva quase não lançava coisas inéditas, só versões (pelo menos em sua obra solo). Enfim, este disco, assim como os três que o antecederam nesta tetralogia, não devem faltar no acervo de qualquer pessoa que goste de samba, ainda mais de samba antigo...



Em tempo, um pouco de luto: o blog "Um Que Tenha", onde obtive não só este disco, mas todo o resto da tetralogia "Descendo o Morro" e também considerável parte de meu acervo musical, foi retirado do ar pelo Google na semana passada, sob a alegação de estar violando as leis americanas de proteção aos direitos autorais (os blogs do Google, assim como este, estão hospedados nos Estados Unidos - e só notar o endereço final, ".com"; isto, claro, porque existem inúmeras restrições ao uso do endereço ".com.br", o que torna bem mais fácil hospedar um blog em outro lugar). O que é um duro golpe para todos aqueles que gostam de boa música e que querem ter acesso aos bens de patrimonio da humanidade... Por isto, esta postagem é dedicada ao sujeito que se identificou como "Fulano Sicrano" enquanto mantinha o citado blog de pé.



Na próxima postagem, vou tentar falar em defesa do "copyleft"... Mas vamos ao colírio alucinógeno, que amanhã o ciclo de lutas e sofrimentos se reinicia!



Para ouvir a faixa 11, "Nossa vida", clique no seguinte link:



sábado, 22 de agosto de 2009

As palavras do mentor...

Saudacões a todos! Eu não lhes disse que este meu blog é fortemente insipirado no blog "Ayom: música e espírito", que nos mostra extratos do acervo fonográfico da Faculdade de Teologia Umbandista e é mantido por um grande crítico musical e inconteste lutador da causa umbandista, William Oliveira (mais conhecido como Mestre Obashanan). Eu lhe fiz um convite para visitar este canhestro blog que mantenho de pé há duas semanas e eis o que o mestre falou ao seu "discípulo". Confesso que o que vem a seguir me deixou extremamente lisonjeado, aida mais por este elogio ser extremamente inesperado e vindo de quem vinha:



"Adriano, gostei muito do seu blogue, principalmente da idéia do seu professor, de ver-se comendo macarrão. Não vou tentar fazer porque posso correr o sério risco de enfartar de medo. Mas continue!! E quando tiver algum disco macumbístico de peso, nos escreva pra que possamos trocar! Olha que o Germano e aquele Bezerra já me interessaram por algumas faixas!! Abraço!"



Pois bem, agora me deixem pingar o famoso colírio!